Sou habitante da metrópole da exclusão
repleta de cimento e aço
como que veias para o coração
são as estradas nesse espaço
É pulsante de tristeza coletiva
vejo olhos estranhos verdes e amarelos
o que incentiva a torrente pensativa
ao observar o amontoado de frágeis felinos
Que se perdem nessa selva
sem sol, sal ou mar
imaginando o desfrute de uma bela vulva
nos coletivos que fazem alienar.
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