Acho que escrevo
De pirraça, pra ver o contraste,
pra acender a chama no peito de alguém
pra ver o grafite manchar e ficar
ou o sangue da caneta verter
só pra macular a pureza branca do papel
gosto do emaranhado mental
do que fica e do que vai
e do que fica em cima do muro
sem saber se sai
das opiniões diversas se juntando
de tudo que é parecido se afastando
e de toda minha tenra vida digo só isso:
Eu gosto é da mudança
do diferente
do caos.
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