(Tudo que está aqui, saiu do emaranhado de pensamentos conflituosos que permeiam a minha vida)
terça-feira, 10 de julho de 2012
Pequena amarração
- Mas se quer me matar de prazer, pra quê não me deixar tocar em você?
Amarrar meu vão mental ao seu abismo de medo. Junto a gente forma uma ilha de incertezas, lindas, apaixonantes, provocantes incertezas.
Sorrisos e mordidas nos lábios, nada mais que provocação incorporadas pela personagem que toca o "foda-se" no final e pula um muro. Sabendo que ali tem cachorro. Mas sabe o que quer. Quer sua bela ilha com seios do amanhã e uma veia pulsante no dia seguinte. A madrugada da confusão anuncia a aurora de um novo sentimento. O que ninguém viu estava acontecendo no vão. A ilha tá ficando perto. Embarque no meu barco em águas turvas, brotando sentimento de cintura alta.
- Quero ir onde ninguém nunca foi, nela; o que ninguém viu, o que outros dedos não sentiram. Quero unha quebrando na carne, quer tudo e mais um pedaço de pele rasgando carinhosamente seu passado fantasioso e mal-interpretado.
A ligação intelectual é a ponte de duas pessoas, aponte sua pessoa pra longe da ponte.
Deixa firmar.
Deixa, afirmar-se mutualidade. Reciprocidade.
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