(Tudo que está aqui, saiu do emaranhado de pensamentos conflituosos que permeiam a minha vida)
domingo, 29 de julho de 2012
Elemental, a mudança.
Que venham suas máquinas!
que venham vossas colheitas!
que sua cultura seja industrial
que desmonte sua classe
Que um novo proletariado se crie
que as chaminés predigam a destruição
que este poema nada mais seja que um lamento
que a lágrima que corre em olhos bretões
[lave seu manchado sangue ancestral
Que sua revolução não seja apenas industrial
que seja intelectual, mental, adeus romantismo!
que venha o capitalismo, com seu grande aliado, o conformismo
roguemos para que sobre algo além da dor...
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