Balada
- Ei marcinho, joga esse pó aí na mesa porra! - fala Julinho, boyzinho do Sul de São Paulo, enquanto seu amigo, "irmão" como ele falava, jogava dois pinos de cocaína em uma balada da zona sul, também.
- Agora vamo cheira tudo e meter nessas vagabundas que estão com a gente porra!
Então Julinho e marcinho cheiram um pino cada um, e voltavam pra sua vida sem nenhum problema.
Favela
- Ei Boy, o pino é dez, vai querer? - Falou Jibóia, um dos muitos vapores da sul, que não devia ter mais que quinze anos.
- Vo, dá dez aí. E tirando a nota de cem reais da carteira recheada, Marcinho comprou.
Mais tarde:
- Hoje o lucro foi grande em, os boy compraram dez mano, vou logo passar a mão nessa aqui em, minha mãe tá doente, vou comprar remédio pra ela. Então Jibóia pegou a nota de cem e e enfiou no bolso.
Casa do Patrão
- Moleque, tú achou que eu não ia perceber? Quem manda nessa porra sou eu, vai me roubar? Sempre vai chegar no meu ouvido, tú vai morrer safado. - Colombia, o dono da boca, sacou a arma e matou Jibóia, e tirou a nota de cem da bermuda que vestia seu corpo inerte.
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