domingo, 9 de outubro de 2011

Não se avexe.

Noite serena ,pequena
cheia de lágrimas árduas
derramadas por ti
mas não de dor ou tristeza

Todas de felicidade
nada que bata a saudade
mas ainda assim
um princípio de felicidade

O que éramos já foi
o ontem ficou pra depois
amanhã é coisa de Tupã
teu hoje sou eu, lhe acordando
                                   [de manhã

Olhos cinzas de pessoas amarguradas
os teus tem mel, que adoçam minha calada
que vem me tirar a anemia de vida
e vem me trazer saudável a vida

Lhe aguardo o chamado
duvidoso de tuas intenções
diria Zeus que sou tolo
mas teu beijo anseio, de novo e de novo

E faria esperar por mais mil anos
pois se nosso encontro fosse mundano
bichos encarnaríamos
nisso, só a carne poderia temer por nós

Não se avexe, não há de de se machucar
só a mim, prazer dará
isso nunca há de incomodar?
Sra, venha pra mim, me dê felicidade, agora.

Nenhum comentário:

Postar um comentário