(Tudo que está aqui, saiu do emaranhado de pensamentos conflituosos que permeiam a minha vida)
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Renúncia real!
Renuncio, de toda a mágoa
Anuncio-te o esquecimento
Renuncio à sua procura
Renuncio à meu querer
Renuncio a querer você
Renuncio à certeza vindoura
Renuncio à flores e danças
Renuncio ao sorriso
Renuncio à passeios atípicos
à lugares especiais
Renuncio à minha metade
Serei metade liberta
Renuncio teu eu
Anuncio um renascimento
Re-anuncio minha partida
Anuncio vida nova
Renuncio ao mandato do sono atormentado
Anuncio pesadelo com sorriso
Renuncio, à dor
Renuncio à você, em mim.
Renuncio à escutar o coração, ao anunciar o silenciar da voz do mesmo quando se tratar de ti.
-Daqui pra frente, não quero que seja vazio, quero que seja cheio de tudo, tudo mesmo. Que tenha desde dor até torpor, passando por estrelas e constelações, não quero algo fora do comum, mais algo fora do tempo findável, algo pra toda vida.
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