arco de veneno no copo
mexer com os brios do teu eu
mirar em teus olhos como elite
Não ei de me acostumar
conosco rumo ao fundo
o ódio bate à porta
o ócio gera beleza
Na batida da cidade pacata nos geramos
sou fruto da ansiedade, tú da paciência
parcimônia é virtude, no inferno
agora não refreie, viva até a última gota de suor
Estranho como o rejeitar é calmo
o riso contido é um não verdadeiro
tira essa máscara e prova da tua forja
és tão falsa como meu amor.
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