Esse andarilho por entre corações
uma pessoa em inúmeras multidões
mais um na metrópole, submetrópole, subvida
protótipo de o que um pai almeja pra um filho
Voa muito e sempre cai, em lugares diferentes
nunca sozinho mas sempre só
seu refúgio já foi o pó
recostado no canto hoje se contenta com sorrisos
Em festas esboça sorrisos confia receoso no destino
paradoxos,paradigmas,comparações e teses
tudo misturado forma um perdido que se achou
mas ainda de tão tenro nem sabe o que é amor
Amor este que é o tormento de todo homem machucado
mais de vezes insiste na busca que lhe fere
mas sua alma nunca lhe sugere, fugir
sempre jogará os dados no acaso, vai que funciona.
" No cerne de qualquer um de nós existe um potencial, depende de nós fazê-lo viver"
(Rômulo Cesco)
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