Uma garota na soleira, acompanhada de um amigo, conversam animadamente, tão animadamente quanto seu estado permite... Seus nomes? Tina e Nico.
Três dias se passam.
Um sofá poído e uma tevê empoeirada, no chão dois corpos inertes, cortes, mordidas e batom, muito batom. A perícia fica imaginando o que teria acontecido ali, já que haviam sinais de mais pessoas no recinto além dos dois cadáveres, marcas de pés e digitais que não constavam em autuações. Tudo isso seria um grande mistério se não fosse apenas por uma questão: Sem arcada dentária e digitais, é bem difícil de se identificar alguém.
Nenhum comentário:
Postar um comentário