terça-feira, 29 de maio de 2012

Prelúdio

Uma garota na soleira, acompanhada de um amigo, conversam animadamente, tão animadamente quanto seu estado permite... Seus nomes? Tina e Nico. 

Três dias se passam. 

Um sofá poído e uma tevê empoeirada, no chão dois corpos inertes, cortes, mordidas e batom, muito batom. A perícia fica imaginando o que teria acontecido ali, já que haviam sinais de mais pessoas no recinto além dos dois cadáveres, marcas de pés e digitais que não constavam em autuações. Tudo isso seria um grande mistério se não fosse apenas por uma questão: Sem arcada dentária e digitais, é bem difícil de se identificar alguém. 

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