Ninguém sabe pra onde vai ou de onde veio, assim, de pronto. Mas sempre temos a esperança de traçar o nosso futuro baseado nos conceitos - as vezes mal interpretados - de amor, aspirações e estima para consigo e para com outrem. No final, somos todos grandes incógnitas elevadas ao infinito. Todos temos grandes espaços não preenchidos. Temos de confiar no destino, se é que existe algum - a lógica diz que deve existir senão por inúmeros acasos, todos somos grandes coincidências sem sentido.
Mas esse não é o barato da vida? A dúvida? A grande busca por algo maior, que nos preencha de todas as formas?
Perguntas não respondidas estão por aí, cabe a nós ter gana de procurar as respostas, talvez no profundo de nosso ser.
Ás vezes ter todas as respostas pode ser mais prejudicial do que tentar responder mil perguntas.
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