Talvez fosse mais uma garota que uma mulher, sem saber o que quer, se joga no espaço se fazendo de crescida apenas para no quadro, dar sua invertida.
O ciúme a cega de tal forma que sua raiva a domina, não deixa espaço pro intelecto, se resume a brigar, o ódio transparece em seus olhos.
E ela se vai, pensando, analisando do prisma maldoso, querendo mais e mais odiar, vai se tornando amarga, com ódio vai dormir.
Quem sabe pra nunca mais acordar?
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