Pessimismo, seu segundo nome de certa forma, acha que tudo irá dar errado, sempre, nunca espera que as pessoas sejam decentes.
Olha à sua volta e se depara com uma humanidade doente, uma sociedade cruel, horizontal e maledicente, feita de pessoas, robôs e generais, sem mente e geniais, o poder lhe atrai, mas nunca o faria passar por cima de seus ideais, sabe que pode construir algo e modificar o que já virou rotina sem ter que matar alguém, só precisa saber como subjugar os que se perderam na estrada.
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