Quero-te de um jeito terno, lhe fazer amar, me amar, amar a vida, carnavalizar, apreciar, verbalizar como quem adora adorar, fazer o que Zeus fazia, amar a todos sem deixá-los enjoados ou com azia. Não apenas passar, mas também vivenciar tudo o que pudermos adorar, sem abusar do que pode nos prejudicar, mas a parcimônia vem com a aprendizagem do desconhecido, o prazer escondido, está nos caminhos esquecidos, quem lembrar-los, poderá abri-los.
Se vieres comigo, o desconhecido iremos desvendar, e então voltar, com a evolução em nós, não apenas na imaginação, como os descrentes ousaram pensar, acreditar que não poderíamos chegar.
Rômulo Reis Cesco /@alorocesco
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